Design estratégico a partir do futuro.

Uns acreditam que as mudanças são motivadas por fatores externos. Para estas pessoas, o futuro é algo provável — É evidente que algo vai acontecer; ou possível — talvez aconteça e é marcado pela incerteza. Mas existe um terceiro futuro, o desejável, um espaço inexplorado, e com criatividade, engenhosidade e empreendedorismo podemos moldá-lo com ideias, conceitos e realidades.

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Study: Good Design Is Good For Business

Fonte: Fast Co.Design. Publicado em 13.02.2014.

Uma nova análise pelo Design Management Institute, uma organização sem fins lucrativos com sede em Boston focada em gestão de design, coloca números no que os designers já suspeitavam: nos últimos 10 anos, as empresas dirigidas pelo design (design-driven) superaram em 228% o índice da Standard & Poor’s 500 (500 grandes empresas de capital aberto). Entre estas empresas temos: Apple, Coca-Cola, Ford, Herman Miller, IBM, Intuit, Newell Rubbermaid, Nike, Procter & Gamble, Starbucks, Starwood, Steelcase, Target, Walt Disney e Whirlpool. De fato, todo o investimento dessas empresas em experiência de usuário, branding e inovação, aparentemente, valeu a pena.

 

Designers e artistas serão os líderes da inovação

Fonte: Bazzode, Gabriela. Folha de São Paulo. Publicado em 03.11.2013.

Professor diz que esses profissionais vão mudar o mundo dos negócios

“A arte e o design estão preparados para transformar a economia do século 21 tanto quanto a ciência e a tecnologia o fizeram no século passado”. A visão é de John Maeda, 46, presidente da Escola de Design de Rhode Island (EUA) e considerado pela revista “Esquire” como uma das 75 pessoas mais influentes deste século. Segundo ele, “artistas e designers serão os líderes da inovação”.

Para Maeda, que já foi professor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o mundo pede hoje líderes criativos, que não temam o “fracasso produtivo”, que tenham visão e que assumam riscos. Eles devem ter a capacidade de achatar os modelos organizacionais, manejando as empresas de forma menos vertical.

Leia trechos da entrevista do especialista à Folha.

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Gestão do design: afinal, o que é isso?

Fonte: Fascioni, Lígia. DNA Corporativo. In: Revista Amanhã. Publicado em 19.07.2013.

Se uma empresa quer competir de verdade, tudo tem que ter dedo de um designer

Se você nunca ouviu (ou leu) a expressão “gestão do design”, prepare-se para esbarrar nela freqüentemente nos próximos anos. É que, segundo o filósofo alemão Wolfgang Welsch, “assim como o século XX foi o século da arte, o século XXI será o século do design“.

O termo foi usado pela primeira vez em 1965, quando o governo britânico instituiu uma premiação para empresas que aplicassem uma abordagem integrada para as atividades de design de maneira a contribuir com a qualidade e fosse percebida por todo mundo. Como o prêmio se chamava Presidential Awards for Design Management, a definição ficou valendo. Se bem que uma coisa que nunca entendi é o nome “presidential” num país parlamentarista como a Inglaterra (provavelmente o presidencial em questão era relativo às sociedades promotoras, a Britains´s Royal Society of Arts e o UK´s Design Council).

Aos poucos, com a popularização nas corporações, a gestão do design passou também a denominar um instrumento que auxilia os gestores da empresa a trabalharem com a abordagem de resolução de problemas própria do design: valorizar o projeto, o conceito e a estética. Em outras palavras, trata-se de inserir a cultura do design na empresa e descobrir como essa ferramenta pode torná-la mais competitiva.

Tudo bem, mas como é que isso funciona na prática? Como é que o design pode ajudar a empresa a se diferenciar no mercado? Aha, você deve estar pensando em marcas inovadoras ou linhas arrojadas. Beleza, essa é a parte que mais aparece, mas tem um problema. O primeiro é que linhas arrojadas (seja lá o que isso for), não se aplicam a qualquer empresa. Em segundo, gestão do design é muito mais que isso.

A gestão do design trata justamente de acabar com a história de contratar designers pontualmente, somente para desenvolver uma marca gráfica ou para fazer caixinhas quando o produto já está pronto. A idéia é fazer um diagnóstico e propor inserções estratégicas do design em todas as áreas, atividades, processos, produtos, conceitos, cultura e no que mais for possível. Inocular o design no sangue corporativo, é isso!

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Como o cinema pode inspirar as empresas?

Fonte: Superdossiê sobre Storytelling; HSM Management 99 • Julho-Agosto 2013 

O storytelling se disseminou  tão abruptamente que, a alguns, já soa como um chavão corporativo. Muitos executivos pensam na contação de histórias como um produto de prateleira pronto para resolver, instantaneamente, qualquer problema de comunicação. Está tudo errado. É preciso começar do começo. Era uma vez…

Não basta querer contar uma história para que ela seja poderosa. É preciso ter técnica e, acima da técnica, é preciso ter princípios. Robert McKee, professor de roteiro em Hollywood e maior especialista mundial em storytelling [veja a entrevista de McKee neste Dossiê], costuma dizer que histórias não são sobre regras que definem o que está certo ou errado; histórias são sobre princípios, que mostram o que funciona e o que não funciona. Se consegue engajar, criar identificação, emocionar e conduzir sua audiência para onde quiser, não há dúvida: você tem uma história com princípios.

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O design toma conta da Coca-Cola

Fonte: Penteado, Cláudia. O design toma conta da Coca-Cola. InÉpoca Negócios – Inspiração para inovar. Publicado em 04.07.2013.

Para a maioria das pessoas, Design está associado à ideia de forma: as curvas de um carro, a estampa de um vestido, a marca de uma empresa. Para a Coca-Cola, no entanto, o design é um conjunto de habilidades que não se mantém restrito a um pequeno grupo de pessoas, mas pode ser utilizado por todos os departamentos da empresa: marketing, RH, operações, finanças, TI, equipe técnica etc. Quem explica a visão da Coca-Cola a respeito do tema e o projeto “Extended Designers” é Cristiana Grether, responsável pela área na Coca-Cola Brasil. O projeto quer injetar design no dia a dia de todos os funcionários da empresa, formando um grupo de “mentores” para ajudar a liderar o processo. Cristiana diz que seu desafio é enxergar e utilizar o design nos diferentes processos que envolvem a rede de 16 marcas, o sistema de 13 fabricantes e mais de 100 parceiros: ter um pensamento sistemático e uma visão holística em tudo o que faz para criar soluções modulares, capazes de serem adaptadas a outros mercados. Busca combinar a eficiência e agilidade global com a possibilidade de customizar soluções considerando as particularidades locais.
Segundo ela, a empresa quer injetar inovação no cotidiano, examinando as oportunidades sob diferentes perspectivas, quebrando antigos padrões cognitivos, trazendo abordagens que de fato saiam da “caixa”. Vale ir mais fundo no tema.

Qual a importância do Design para a Coca-Cola?
Cristiana
 – Design é uma das disciplinas fundamentais para atingirmos a nossa visão de futuro, tornando a nossa vantagem competitiva em algo sustentável e que gera valor compartilhado para os nossos consumidores, clientes, fabricantes, e tudo isso de forma eficiente.

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Todos querem design: o despertar das grandes empresas para a relevância do investimento na área.

Fonte: Hurst, Nathan. Wired. Traduzido por Bauer, Julliana. Design Brasil em 16/05/2013.

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O mundo dos negócios está despertando para a importância do design. Nos últimos anos, o campo tornou-se o queridinho das grandes corporações, mesmo entre aqueles que tradicionalmente não tinham nenhuma relação com design. Agora, há quem esteja respondendo de uma forma mais tradicionalmente corporativa: com a aquisição de empresas de design através de fusões e aquisições.

“O design já é tão central e relevante que contratá-lo apenas se e quando você precisar dele já não é mais uma boa jogada”, diz o CEO da Fjord, Olof Schybergson. “Investir nele e torná-lo parte de você é algo que é sustentável, crível e confiável para seus clientes.” […]

“Eu acho que houve uma despertar para a consciência do valor do design nos últimos dez anos ou mais”, diz Karl Heiselman, CEO da empresa de design Wolff Olins. “Como resultado, você está vendo as empresas cada vez mais colocando os designers em cargos de liderança das grandes empresas.”

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‘Design é novo MBA’, afirma diretor do MIT Media Lab

Essa foi a mensagem de Joi Ito, quando esteve no Brasil, na semana passada. O mesmo papel que os MBAs tiveram na estruturação da gestão de empresas, o design terá em diversos campos sociais.

A razão é que o mundo mudou. Organizações hierárquicas competem com redes fluidas de cooperação, mais eficientes, onde a agilidade é elemento central.

O design torna-se o programa ideal para ensinar habilidades necessárias nesse contexto. Não apenas desenhar produtos, mas repensar a cidade, os hábitos, as organizações, a política ou a academia.

via Folha de S.Paulo – Colunistas – Ronaldo Lemos – ‘Design é novo MBA’, afirma diretor do MIT Media Lab – 13/05/2013.

Roberto Verganti: Changing the Rules of Competition by Radically Innovating what Things Mean

As part of The Redesigning Business Summit 2010, Roberto Verganti, Professor of Management of Innovation at Politecnico di Milano, discussed how companies are using design to change how they compete and what this means for business in future.

Roberto Verganti
Roberto Verganti

Video: Design Driven Innovation by Roberto Verganti


Why Storytelling is the Ultimate Weapon

In business, storytelling is all the rage. Without a compelling story, we are told, our product, idea, or personal brand, is dead on arrival. In his book,Tell to Win, Peter Guber joins writers like Annette Simmons and Stephen Denning in evangelizing for the power of story in human affairs generally, and business in particular. Guber argues that humans simply aren’t moved to action by “data dumps,” dense PowerPoint slides, or spreadsheets packed with figures. People are moved by emotion. The best way to emotionally connect other people to our agenda begins with “Once upon a time…”

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