Designers e artistas serão os líderes da inovação

Fonte: Bazzode, Gabriela. Folha de São Paulo. Publicado em 03.11.2013.

Professor diz que esses profissionais vão mudar o mundo dos negócios

“A arte e o design estão preparados para transformar a economia do século 21 tanto quanto a ciência e a tecnologia o fizeram no século passado”. A visão é de John Maeda, 46, presidente da Escola de Design de Rhode Island (EUA) e considerado pela revista “Esquire” como uma das 75 pessoas mais influentes deste século. Segundo ele, “artistas e designers serão os líderes da inovação”.

Para Maeda, que já foi professor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o mundo pede hoje líderes criativos, que não temam o “fracasso produtivo”, que tenham visão e que assumam riscos. Eles devem ter a capacidade de achatar os modelos organizacionais, manejando as empresas de forma menos vertical.

Leia trechos da entrevista do especialista à Folha.

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Como o cinema pode inspirar as empresas?

Fonte: Superdossiê sobre Storytelling; HSM Management 99 • Julho-Agosto 2013 

O storytelling se disseminou  tão abruptamente que, a alguns, já soa como um chavão corporativo. Muitos executivos pensam na contação de histórias como um produto de prateleira pronto para resolver, instantaneamente, qualquer problema de comunicação. Está tudo errado. É preciso começar do começo. Era uma vez…

Não basta querer contar uma história para que ela seja poderosa. É preciso ter técnica e, acima da técnica, é preciso ter princípios. Robert McKee, professor de roteiro em Hollywood e maior especialista mundial em storytelling [veja a entrevista de McKee neste Dossiê], costuma dizer que histórias não são sobre regras que definem o que está certo ou errado; histórias são sobre princípios, que mostram o que funciona e o que não funciona. Se consegue engajar, criar identificação, emocionar e conduzir sua audiência para onde quiser, não há dúvida: você tem uma história com princípios.

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O design toma conta da Coca-Cola

Fonte: Penteado, Cláudia. O design toma conta da Coca-Cola. InÉpoca Negócios – Inspiração para inovar. Publicado em 04.07.2013.

Para a maioria das pessoas, Design está associado à ideia de forma: as curvas de um carro, a estampa de um vestido, a marca de uma empresa. Para a Coca-Cola, no entanto, o design é um conjunto de habilidades que não se mantém restrito a um pequeno grupo de pessoas, mas pode ser utilizado por todos os departamentos da empresa: marketing, RH, operações, finanças, TI, equipe técnica etc. Quem explica a visão da Coca-Cola a respeito do tema e o projeto “Extended Designers” é Cristiana Grether, responsável pela área na Coca-Cola Brasil. O projeto quer injetar design no dia a dia de todos os funcionários da empresa, formando um grupo de “mentores” para ajudar a liderar o processo. Cristiana diz que seu desafio é enxergar e utilizar o design nos diferentes processos que envolvem a rede de 16 marcas, o sistema de 13 fabricantes e mais de 100 parceiros: ter um pensamento sistemático e uma visão holística em tudo o que faz para criar soluções modulares, capazes de serem adaptadas a outros mercados. Busca combinar a eficiência e agilidade global com a possibilidade de customizar soluções considerando as particularidades locais.
Segundo ela, a empresa quer injetar inovação no cotidiano, examinando as oportunidades sob diferentes perspectivas, quebrando antigos padrões cognitivos, trazendo abordagens que de fato saiam da “caixa”. Vale ir mais fundo no tema.

Qual a importância do Design para a Coca-Cola?
Cristiana
 – Design é uma das disciplinas fundamentais para atingirmos a nossa visão de futuro, tornando a nossa vantagem competitiva em algo sustentável e que gera valor compartilhado para os nossos consumidores, clientes, fabricantes, e tudo isso de forma eficiente.

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Todos querem design: o despertar das grandes empresas para a relevância do investimento na área.

Fonte: Hurst, Nathan. Wired. Traduzido por Bauer, Julliana. Design Brasil em 16/05/2013.

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O mundo dos negócios está despertando para a importância do design. Nos últimos anos, o campo tornou-se o queridinho das grandes corporações, mesmo entre aqueles que tradicionalmente não tinham nenhuma relação com design. Agora, há quem esteja respondendo de uma forma mais tradicionalmente corporativa: com a aquisição de empresas de design através de fusões e aquisições.

“O design já é tão central e relevante que contratá-lo apenas se e quando você precisar dele já não é mais uma boa jogada”, diz o CEO da Fjord, Olof Schybergson. “Investir nele e torná-lo parte de você é algo que é sustentável, crível e confiável para seus clientes.” […]

“Eu acho que houve uma despertar para a consciência do valor do design nos últimos dez anos ou mais”, diz Karl Heiselman, CEO da empresa de design Wolff Olins. “Como resultado, você está vendo as empresas cada vez mais colocando os designers em cargos de liderança das grandes empresas.”

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